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AULAS DE DANCA ORIENTAL - TORRE DA MARINHA, SEIXAL-  TEl.212229151   Telem.967577767

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TIPOS DE DANÇA  

  A dança do ventre se modernizou, expandiu-se, mas existem ainda as raízes folclóricas como toda cultura, ela está divida em 

algumas partes importantes a serem conhecidas como:

 

 

Dança Baladi ou Dança Folclórica Urbanizada  

                                                 

Muito difundida no Egipto aonde as raparigas do campo vem para cidade grande e mostram suas raízes. 

O Baladi é quase sempre uma dança improvisada.

 

 

 

 

 

 

Dança da Bengala ( Raqs Assaya) / Dança do Bastão ( Raqs Tahtib)

 

 

                                                               

 A dançarina faz sua performance usando uma bengala/bastão de madeira, leve, com a qual faz movimentos que lembram uma luta. 

É basicamente conhecida como uma dança para homens inspirada no Tahtib.  

Tahtib é uma falsa luta que tem início com a música, aonde os homens empunham seus cajados longos de madeira.

 

 

Guedra                                                            

É uma dança típica do Nilo Azul, originária no Marrocos que se estende pelo  Egipto. Nesta dança 

sinos são tocados por mulheres cobertas por um véu negro. O ritmo é mantido por uma guedra ou 

pote como um pequeno tambor. Os espectadores entoam cânticos como lamentos e dançarina 

despe-se dos véus e desfalece como se estivesse em transe. É uma dança de agradecimentos as

 colheitas.

 

 

Raks El Shemadan ou Dança do Candelabro Tradicional

 

 No Egipto a dançarina equilibra um grande candelabro com velas acesas sobre a cabeça enquanto 

dança. Ë tradicional nas festas de casamento, simboliza a prosperidade para o novo casal. 

 

 

Dança Núbia  

 

A Núbia é uma região ao sul do Egipto que foi inundada pela grande barragem de Assuã.

No entanto o povo Núbio, agora vivendo em Assuã, mantém bem viva as tradições culturais especialmente quando a música

e dança. 

Elas tem seu próprio ritmo e geralmente são dançadas e cantadas por homens vestindo suas galabeas(grandes túnicas brancas 

ou azuis que cobrem até os pés). 

 

Dabke  

                                                                                                      

Dança típica libanesa. Homens e Mulheres dançam lado a lado de mãos dadas a batidas  

constantes. 

Estilo muito alegre, quando típico, os dançarinos usam vestimentas que lembram suas vidas nas 

montanhas do Líbano. É a dança folclórica mais viva no Líbano actualmente.

 

 

 

Dança da Espada   

                                                       

Dança típica em que a dançarina equilibra uma espada afiada em partes do seu corpo como cintura e

 cabeça ao mesmo tempo de faz movimentos leves e sinuosos.

 

 

 

 

Zar     

                                                     

Dança ritual egípcia, dançado só por mulheres, tem como atributo não somente a dança mas fazer 

uma limpeza espiritual nas participantes.

 

 

 

 

 

 

 

 

Khaleege ou Khaligee        

                                              

 

Dança tradicionalmente conhecida no Golfo Pérsico, Península Arábica, Arábia Saudita, Kuwait,

Bahrain,Qatar, Emirados Árabes e Oman. A palavra Khaleege significa Golfo. Nesta dança a 

mulher usa roupa tradicional conhecida por Tobe al Nashar, os movimentos do corpo são lentos

 e suaves e é característico o balançar dos cabelos de um lado para outro, muito apresentada em 

casamentos, é também muito vista acompanhando a música moderna, especialmente nos 

Emirados Árabes.

   

 

 

Dança da Samaritana ou Dança do Jarro  

Era executada em cerimonias presididas pelos faraós à beira do rio Nilo, para pedir ao rio que inundasse as terras em suas 

margens, possibilitando as plantações e as boas colheitas.

A dança do jarro pode ser, também, uma dança folclórica. Neste caso, a bailarina representa a rotina das beduínas: 

caminha de sua tenda até o era executada em cerimonias presididas pelos faraós à beira do rio Nilo, para pedir ao rio que

inundasse as terras em suas margens, possibilitando as plantações e as boas colheitas.

A dança do jarro pode ser, também, uma dança folclórica. Neste caso, a bailarina representa a rotina das beduínas: caminha

de sua tenda até o oásis, onde descansa, conversa com as outras mulheres da tribo, refresca-se, busca água em seu jarro e 

retorna à sua tenda.  

 

Dança da Serpente  

 

A bailarina dançava com uma serpente de metal (muitas vezes de ouro), pois este animal era considerado sagrado e 

símboloda sabedoria.

Actualmente, vê-se algumas bailarinas dançando com cobras de verdade, mas isto deve ser visto apenas como show de 

variedades, já que nem nos primórdios da dança o animal era utilizado. Justamente por ser considerada sagrada, a serpente 

era apenas representada pelos adornos utilizados pelas bailarinas e pelo movimento do seu corpo.

Dança dos Véus  

A dança dos véus é realizada com uma quantidade de véus que varia de acordo com o seu objectivo:

                  2 véus - dança do corpo e da alma

                  3 véus - dança do templo

                  4 véus - dança do palácio

                  5 véus - dança do escorpião

                  6 véus - dança do vento

 

Dança do Candelabro  

 Dança tradicional apresentada nas maioria dos casamentos egípcios, onde a bailarina conduz o cortejo dos noivos levando

  um candelabro à cabeça iluminando a caminho do casal de noivos e trazendo a eles felicidade. È uma dança de origem grega.

  Para essa dança também são usados longos vestidos largos parecidos com túnicas.  

 

Dança dos Snujs      

                                                                                                                       

 

Pequenos címbalos de metal eram usados pelas sacerdotisas para dar energia, trazer vibrações positivas

 e retirar os maus fluidos do ambiente. Além de servir para acompanhar o ritmo da música.

Os snujs são instrumentos antiquíssimos que se perdem na noite dos tempos. Remontam aos antigos 

Templos no Egipto e eram utilizados nos Festivais dos Deuses. Os snujs eram da Deusa Bast, aquela que 

possuía rosto de gato e era considerada a protectora das dançarinas. Era cultuada em todo o Egipto, e 

na cidade de Bubast, havia um templo gigantesco em seu louvor.

Há países que não são de origem árabe, mas que também possuem a cultura dos snujs, como a Grécia, 

Turquia, Índia.

No Marrocos, há uma forma diferente de tocar, ao invés de dois pares de snujs, usa-se um par numa 

mão e um só na outra.

 

Dança do Punhal                           

    Representa a morte, a transformação e o sexo. Era uma reverência à deusa Selkis, a rainha dos escorpiões.  

 

Dança Ghawazee      
                                                                                                         

Ghawazee, para os egípcios, significa ciganas. Assim eram chamadas as

dançarinas de Dança do Ventre, no Egipto Antigo, que se apresentavam nas

ruas, também recebendo o nome de As Dançarinas do Povo.

As ghawazee realizam esta dança de uma maneira toda especial, com trajes bem folclóricos, 

pintura tribal nos rostos, turbantes e lenços amarrados à cabeça, e músicas tradicionais, 

com poucos e típicos instrumentos.

Actualmente surgiu um movimento muito forte, tentando buscar as raízes da dança dessas

 ghawazee.

 Grupos como The Ghawazee Troupe, The Fat Chance Belly Dance e The Pink Gipsy Groupe,

 estão buscando nessa forma de dançar uma nova visão da Dança do Ventre. Associando a Dança

 Ghawazee à outras danças orientais, formam o que chamam de o Estilo de Fusão Tribal.

 

Dança das Flores

Realizada na época da primavera, quando as camponesas egípcias iam trabalhar na colheita das flores. Para amenizar o 

trabalho, elas cantavam e dançavam. Mais adiante, tornou-se uma dança comum nas festas populares.

Enquanto dança, a bailarina entrega as flores de seu cesto aos espectadores.

As Ghawazee também realizam a mesma dança, também conhecida como Dança do Cesto. Neste caso, a dançarina

acrescenta algumas características próprias, como equilibrar o cesto de flores na cabeça, mexer suas saias  (rodadas) 

enquanto dançam, prender uma flor entre os dentes, por exemplo.

Dança dos Lenços

 

Sua origem parece vir do Norte da África. Ainda encontram-se mulheres executando essa dança na Algéria, Marrocos 

e Tunísia.

 Para isso utilizam-se dois lenços. Basicamente, a dança mantém a movimentação básica dos pés e os lenços servem para

serem agitados no ar, dando graça e movimento à dança.

Numa variação, usa-se apenas um lenço, compartilhado por ambas as mãos.

Enquanto dança, a bailarina usa o lenço num jogo de "esconder e revelar", primeiro deixando visível apenas os olhos, 

depois o nariz, a boca, e usando-o como uma moldura para mostrar a movimentação de tronco ou quadril

Raks Al Senniyya

Raks AL Senniyya, ou a Dança do Chá, tem sua origem no Marrocos. Uma dança tradicional para esses povos, pode ser 

praticada por pessoas de ambos os sexos.

Executa-se basicamente uma performance para demonstração de equilíbrio e destreza. Os dançarinos geralmente 

balançam-se ao som da música, com uma bandeja de xícaras de chá apoiada na cabeça

 

Fellaha ou Fallahi

 

Dança originária da região do Alto Egipto. Diferente do Tahtib, que tem como característica ser uma dança de povos nómades, 

a Fellaha ou Fallahi vêm dos Fallahin, fazendeiros egípcios (camponeses). 

Fallahi significa "criado por um Fallahin". Também o ritmo musical usado para esta dança recebe o nome de Fallahi.

A dança simboliza um encontro, sendo dançada, em geral, por casais (ou um grupo de mulheres e um homem). Conta a história de um 

rapaz que estava à procura do amor, e acaba encontrando uma jovem.

 No entanto, seu coração é volúvel. Surpresa com o comportamento dele, ela acaba deixando-o 

sozinho.

Numa outra forma, pode ser realizada apenas por mulheres, onde elas dançam com jarros. O passo básico da fallahi lembra o passo de 

valse do ballet clássico

Choufou El Arbiyya  

Dança típica Tunisiana, realizada apenas por mulheres. Nessa dança, elas mostram, com agilidade, suas habilidades de 

dançarina com batidas pélvicas e de quadris, enquanto mostram seus tornozelos ao público, para demonstrar que não usam o 

Khul-khaal (espécie de pulseira) e que, assim sendo, não são casadas.

Seria quase que uma dança de sedução, de moças solteiras em busca de um namorado. Durante o desenvolver desta, elas 

fazem mímicas como se estivessem se maquilhando, ajeitando o vestido, ajudando umas às outras

Haggala      
                                                   

 

Originária da Líbia, no Egipto essa dança foi encontrada com maior  frequência em Mersa Matruh.

Quando realizada com autenticidade, a performance é executada por uma mulher totalmente coberta, 

ao som de cânticos masculinos , chamados keffafeen, acompanhados por palmas. Tradicionalmente, 

a dançarina de Haggala deve apresentar-se para quatro homens e, dentre eles, escolher apenas um para 

o qual terminará sua dança.

Ela amarra um lenço nos quadris e, quando escolher seu pretendente, deverá laçá-lo com este. Numa 

versão mais moderna, grupos de mulheres dançam umas para as outras.

 

 

 

                                                            

Sule Kule ou Karsilama Cigana                                                                                             

Karsilama ou Karschilama é um ritmo de origem turca. Do ritmo, veio o nome da dança, realizada 

pelas Cengis, as mulheres ciganas da Turquia. Na dança, ao som das batidas do pandeiro, balançando 

suas saias rodadas, essas mulheres relembram suas origens, quem elas verdadeiramente são.

Na Turquia, é provável que ainda se encontre verdadeiras Cingis dançando o Sule Kule para turistas, 

assim como as ghawazee egípcias.  

 

Karsilama Urbana

Esta dança é uma combinação da dança folclórica Sule Kule com o Oryantal Danze, como é conhecida a Dança do Ventre 

na Turquia. Podemos dizer, então, que a Karsilama Urbana nada mais é do que a Dança com Daff-Snuj

 

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Last Updated: janvier 24, 2006